terça-feira, 10 de novembro de 2009

Quanto vale ou é por quilo?

14 comentários:

  1. O nosso Brasil hoje tem muitas semelhanças com o Brasil do filme como por exemplo o empréstimo consignado em folha para aposentados e pensionistas parece aquela parte do filme onde se pode comprar a carta de alforria de uma pessoa. A sociedade democrática meio que aprisiona o povo numa democracia lúdica e não se dá conta do que está por trás de lindos discursos, exemplo disto é a solidariedade que antes era um gesto de humanidade hoje virou um produto de visibilidade. Outro ponto importante do filme é quando retratou a cruel realidade do período colonial onde os negros eram explorados e discriminados, onde se pode fazer uma conexão com o Brasil atual, o racismo ainda é muito grande contudo as pessoas caridosas hoje estão muito mais ativas, mas o Brasil não precisa dessa população caridosa e sim de políticas públicas eficientes. A sociedade precisa refletir sobre como pensa, age, e tudo mais que tenha a ver como social, pois, a responsabilidade de um Brasil descente e igual é de cada um de nós.

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  2. Trata-se de um filme excelente. A mistura das temporalidades e a ausência de uma linearidade fixa representa bem a situação do Brasil: a ausência da memória, a corrupção moral (além da política), o crime indo muito além do assalto armado ou do cargo político, atingindo os valores dos indivídos nesta sociedade fruto de escravidão, estupros, e desigualdades sociais gritantes. Parabéns ao Sérgio Bianchi por outro filme bruto!José Mário Souza, Juliana, Gabriel. Autor do comentário Raphael

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  3. Railan e Railane 2° A17/11/09 11:30

    o filme Quanto vale ou é por quilo?” mostra como a sociedade brasileira, caracterizada pela transferência de responsabilidade do interesse público para o privado, torna mercadoria aquele que ajuda. A postura positiva para a obtenção de retorno. Em última análise, mostra a hipocrisia. A batalha entre minorias e maioria, sendo que os primeiros são domesticados por aqueles que são bons, por meio da filantropia.

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  4. Nesse filme pode-se observar que o Brasil precisa ser revisto em sua política, pois a mesma ilude o nosso povo com promessas inúteis ou com festas como o carnaval e o futebol que fazem com que as pessoas descentralizem seu foco do que realmente é importante. O nosso Brasil hoje tem muitas semelhanças com o Brasil do filme como por exemplo o empréstimo consignado em folha para aposentados e pensionistas parece aquela parte do filme onde se pode comprar a carta de alforria de uma pessoa. A sociedade democrática meio que aprisiona o povo numa democracia lúdica e não se dá conta do que está por trás de lindos discursos, exemplo disto é a solidariedade que antes era um gesto de humanidade hoje virou um produto de visibilidade. Outro ponto importante do filme é quando retratou a cruel realidade do período colonial onde os negros eram explorados e discriminados, onde se pode fazer uma conexão com o Brasil atual, o racismo ainda é muito grande contudo as pessoas caridosas hoje estão muito mais ativas, mas o Brasil não precisa dessa população caridosa e sim de políticas públicas eficientes. A sociedade precisa refletir sobre como pensa, age, e tudo mais que tenha a ver como social, pois, a responsabilidade de um Brasil descente e igual é de cada um de nós. O Brasil não precisa ser um país socialista para ser um país justo, ele precisa de educação de berço, se o indivíduo quer ser rico tem que suar a sua camisa e não suar a de muitos brasileiros que não tem estudo. As pessoas deveriam assistir esse filme não como mais uma produção brasileira, e sim com um olhar crítico sobre os fatos por ele abordados.

    Juliana,José Mário e Gabriel

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  5. Alvaro,Tailana,Robson 2 A17/11/09 11:33

    O filme Quanto Vale ou e por quilo relata o antigo comercio de escravos e a exploração da miséria, onde o capitão do mato trabalhava em capturar escravos fugitivos.
    Principalmente uma escrava gravida que estava fugida, após entregar os escravos recebia a sua recompensa.

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  6. Magda, Katiana e Vanessa - 2º A17/11/09 11:35

    O filme faz uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que formam uma solidariedade de fachada.
    Logo no começo vemos os maus tratos que os escravos negros recebiam no século XIX, os quais eram métodos correcionais aplicados para se garantir a honestidade e sobriedade, pois perdiam o vício de beber e consequentemente o instinto para roubar. Nos tempos atuais a economia é globalizada, marcado por um mundo contemporâneo muito complexo e em contínua expansão, onde o que vale são os lucros.
    As pautas sociais são verdadeiras feiras de negócios, disfarçadas em “festas solidárias” promovidas no intuito de homenagear os que se destacaram no setor e para promover as parcerias incentivando os empreendimentos comunitários convencendo que investir em causas sociais é bom para o próximo e para as empresas uma vez que essa “responsabilidade social”. Essas “festas sociais” verdadeiros negócios é um momento onde os “ongueiros” e seus parceiros discutem como continuar com fartos fundos dos quais possam ajudar a cuidar e também como se beneficiar das Parcerias Público-Privada.
    Uma situação que transforma a população mais carente em meras peças num jogo que envolve entidades desonestas, órgãos governamentais e empresas, que descobriram que é sempre possível lucrar com a miséria.

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  7. Um ótimo filme brasileiro, que tem como tema principal a desigualdade entre as camadas sociais. Tem como objetivo mostrar que nem todos projetos sociais beneficiam as comunidades pobres deste país, e que só servem apenas para marketing pessoal de algumas pessoas de classes sociais privilegiadas (ricas),deixando de lado a solidariedade.
    O filme QUANTO VALE OU É POR QUILO? está dividido em várias histórias e tem uma narrativa entrecortada, no entanto faz uma costura entre os recortes temporais de duas épocas aparentemente distintas, ou seja, faz um paralelo entre os tempos atuais e a época da escravidão.
    Ele também mostra como a sociedade brasileira, caracterizada pela transferência de responsabilidade do interesse público para o privado, ou seja, o dinheiro que é demandado pelo estado não vai para projetos em que beneficiam a sociedade, mas sim para o bolso de quem está na frente desses tais projetos. O filme retrata bem vários aspectos reais, como a discriminação racial, preconceito socioeconômicos,hipocrisia, batalhas entre a maioria e minoria da sociedade - confronto entre ricos e pobres- e que a minoria sempre é privilegiada e a consequente corrupção.

    comentário feito com base nos sites: http://pt.wikipedia.org/wiki/Quanto_Vale_ou_%C3%89_por_Quilo%3F e http://www.overmundo.com.br/overblog/analise-do-filme-quanto-vale-ou-e-por-quilo

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  8. Ana Paula, João M, Sinara 2ºA17/11/09 11:37

    o filme quanto vale ou é por quilo
    A realidade é retratada de forma fiel e crua, revelando como são tantas as disparidades. O filme é chocante ao ponto de até nos causar agonia, assim como também nos dá uma sensação de constrangimento de vivermos cotidianamente próximo a esses fatos existentes e tão reais. duas historias sobre o tempo da escravatura e dos tempos atuaisA realidade é retratada de forma fiel e crua, revelando como são tantas as disparidades. O filme é chocante ao ponto de até nos causar agonia, assim como também nos dá uma sensação de constrangimento de vivermos cotidianamente próximo a esses fatos existentes e tão reais.

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  9. Alex , Aneison e Walas17/11/09 11:41

    O que vale é ter liberdade para consumir, essa é a verdadeira funcionalidade da democracia". Proferida pelo ator Lázaro Ramos – em "Quanto vale ou é por quilo?", filme de Sérgio Bianchi – a frase traz uma entre as muitas questões apresentadas pelo cineasta paranaense, que são fundamentais para aqueles que desejam refletir mais seriamente sobre desigualdade, direitos e capitalismo na atualidade.

    Assim como em "Cronicamente inviável", Bianchi apresenta a realidade de forma tão crua e chocante que novamente a crítica o tem rotulado como niilista ou catastrofista, rótulos que tanto limitam a visão de realidades de fato existentes, quanto revelam o desejo de continuar mantendo-as recalcadas. Bianchi parece nos dizer que é impossível ficar diante ou atento a essa realidade de disparidades sem o choque ou o constrangimento, e que talvez essas sensações sejam de alguma forma produtivas para tirar algumas pessoas de um mundo mágico, recheado de slogans em prol da solidariedade e da responsabilidade social. Além disso o filme é um dos melhores,relatando uma historia de forma interessante nos olhos de quem faz uma boa leitura.

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  10. Erico Jesus de Araujo 2ª B19/11/09 21:09

    O filme quanto vale ou é por quilo fala da desigualdade entre as pessoa e as culturas e também retrata a realidade do Brasil e do mundo, onde os negros são tratados como cachorros,escravos e ladrões.
    o filme é um documentario da situação que vivemos hoje, muitas pessoas pasando fome sen ter um lugar para domir, é uma questão social onde os brancos só pensam neles e não está nem ai pros negros. O filme mostra a realidade das escola nas favelas onde os alunos não tem padrões nescessário para sua educação.
    O documentario mostra como os negros eram tratados pelos donos, eram colocados avenda como se forse mecardorias exposta na platireira.

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  11. O filme retrata aos nossos olhos a urgente necessidade de um revisão descente e verdadeira em nossa política.

    O povo está cansado de ser iludido com promessas efêmeras e que ocultem o verdadeiro sentido do ser humano, em sua mais profunda existência. Queremos que todos sejam reconhecidos, independente de classe econômica, social ou política. A dignidade do ser humano está no ser, e não no ter.

    Infelizmente na sociedade hodierna sofremos com a descriminação, já prenunciada nos séculos anteriores; não obstante que hoje os negros e excluídos tem mais oportunidade no campo de trabalho e de estudo, mesmo que pouco. No entanto há os que, por falta de oportunidade, são colocados à margem da sociedade, que deveria ser igualitária, porém, por várias vezes trás em seu bojo sementes de discriminação e desprezo por algum fator no qual somos chamados a manifestar nossa fraternidade.

    Há de se pensar que fraternidade seja uma união recíproca e intrínseca entre seres humanos. Sim! Este é o seu verdadeiro sentido. Porém esta união privar-se-á e esvaziar-se-á do seu valor quando não reconhecemos no próximo os mesmos direitos que cabem a nós.

    No filme ainda posso recapitular o funesto período da escravidão corroborando que ainda hoje há rastros ignominiosos de desigualdade racial que não foram “lavados” totalmente do passado.

    Se a nossa fraternidade se confirma com a HUMANIDADE que nós devemos ter, façamos isto: Sejamos humanos! Fá-lo na certeza de que não seremos marginalizados da sociedade, mas e os que são? Eis o nosso dever: ajudá-los.

    A nós cabe a incumbência do trecho evangélico de São Mateus: “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestiste-me, e estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E o Rei lhes dirá: ‘Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes’”.

    Fazer o bem nunca é ruim. Ruim é não fazê-lo. Não podemos nos cansar de agir bondosamente, especialmente com os “excluídos” da sociedade.

    Enquanto houver opressão por parte dos poderes políticos e por parte da sociedade, para com os excluídos saibamos que a exclusão não só aumenta a marginalização, mas também priva as pessoas do bem comum e de uma boa relação social.

    Deixemo-nos persuadir pelos bons ideais que conclamam toda a sociedade a igualitariedade.

    Ian Farias
    2º B

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  12. thalana piaggio 2b25/11/09 15:11

    muitas pessoas acham que a escravidão acabou e que as senzalas desapareceram.mas será?acho que não!continuamos escravos da corrupção e do preconceito.e as senzalas? apenas foram subistituidas pelas favelas!está na hora da situação mudar, o povo precisa lutar.lutar com a mesma garra que as mulheres lutaram para conseguir sua liberdade,e ainda lutam.

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  13. Beatriz Ferreira 2º B30/11/09 14:53

    O filme quanto vale ou é por quilo mostra a realidade em que vivemos, com muitos preconceitos, violências,desigualdades etc.
    Vimos como os patrôes trata os funcionários de baixa qualidade de vida, usam os funcionários para assina documentos em troca de favores para eles, além deles não ajudares nas escolas públicas que não tem uma boa qualidade de ensino.
    O filme também retrata como os escravos eram tratados, eles eram usados em trocas ou eram alugados para fazerem atividades domesticas, eram colocados com mercadorias avendas por um auto preços. Os escravos trabalhavam para ter sua própria liberdade pagavam um auto preço para ter sua liberdade.

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  14. Miqueias Adorno 2º B30/11/09 16:01

    O filme vai falando de uma realidade que aconteceu muitos anos atrais.mostra como a sociedade brasileira, caracterizada pela transferência de responsabilidade do interesse público.,é quando retratou a cruel realidade do período colonial onde os negros eram explorados .
    o filme retrata bem vários aspectos reais, como a discriminação racial, preconceito, queremos que todos sejam reconhecidos, independente de classe econômica, social ou política.padrões nescessário para sua educação.
    O filme mostra como os negros eram tratados pelos donos, eram colocados avenda como se forse mecardorias exposta na rua.

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